<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Medicina Preventiva, Esportiva e Tratamentos Estéticos &#187; pediatria</title>
	<atom:link href="https://clinicabravavita.com.br/tag/pediatria-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://clinicabravavita.com.br</link>
	<description>Medicina Preventiva, Esportiva e Tratamentos Estéticos</description>
	<lastBuildDate>Tue, 13 May 2025 19:37:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.38</generator>
	<item>
		<title>Crises convulsivas febris</title>
		<link>https://clinicabravavita.com.br/crises-convulsivas-febris/</link>
		<comments>https://clinicabravavita.com.br/crises-convulsivas-febris/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2017 17:35:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina Preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[clínica geral]]></category>
		<category><![CDATA[clinica médica]]></category>
		<category><![CDATA[clínica médica morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[clínica médica no morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[clínica morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[clínica no morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[pediatria morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[pediatria são paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://clinicabravavita.com.br/?p=2984</guid>
		<description><![CDATA[<p>Crises convulsivas são situações que causam grande angústia, e muitos pais são enfáticos ao dizer que, ver um filho convulsionando é a pior sensação por que já passaram. Infelizmente, crises convulsivas em crianças na vigência de febre ou de um processo infeccioso são relativamente comuns, atingindo até 5% das crianças até 5 anos de idade. [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://clinicabravavita.com.br/crises-convulsivas-febris/">Crises convulsivas febris</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://clinicabravavita.com.br">Medicina Preventiva, Esportiva e Tratamentos Estéticos</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Crises convulsivas são situações que causam grande angústia, e muitos pais são enfáticos ao dizer que, ver um filho convulsionando é a pior sensação por que já passaram. Infelizmente, crises convulsivas em crianças na vigência de febre ou de um processo infeccioso são relativamente comuns, atingindo até 5% das crianças até 5 anos de idade. </p>
<p>As crises convulsivas febris ocorrem geralmente entre 3 meses e 5 anos de idade, e, a princípio, não pode ser considerada epilepsia. Elas se classificam em crises febris simples ou complicadas, de acordo com o tipo de crise (tônico-clônicas generalizadas, focais), duração, recorrência em 24h e presença de alterações neurológicas pós-convulsão. Esta diferenciação é feita pelo neuropediatra e é bastante importante.</p>
<p>Da mesma forma, é possível determinar os fatores de risco para recorrência da crise febril, como história familiar, baixa idade (<1 ano) na primeira crise febril, temperatura baixa e breve duração da febre na primeira crise febril e alta freqüência de episódios febris. O risco de recorrência da crise febril varia de 30 a 40%. 

A boa notícia é que as crises febris são benignas e auto-limitadas, sendo raros os casos que evoluem com seqüelas neurológicas ou epilepsia na idade adulta (de 1 a 5%). O diagnóstico da crise convulsiva febril é essencialmente clínico, sendo os exames complementares úteis para o diagnóstico etiológico da febre, incluindo coleta de líquor se houver a possibilidade ou suspeita de meningite.

Quanto ao tratamento, este deve ser feito na fase aguda da crise, ou seja, no momento em que a criança está convulsionando, com medidas básicas de suporte, antitérmico e anticonvulsivante se necessário, pois a maioria das crises cessa espontaneamente. Após a fase aguda, o neuropediatra pode considerar, se houver indicação, iniciar um tratamento profilático, ou seja, para impedir novas crises febris. Este tratamento é feito com medicações controladas e pode ser realizado de forma contínua ou intermitente apenas durante os períodos febris.
Por fim, é fundamental tranqüilizar os pais quanto à benignidade do quadro e à boa evolução na enorme maioria dos casos. O pediatra também deve orientar os pais que, diante de um filho que já apresentou crise febril, é indicado utilizar antitérmicos de horário durante o período febril. 


</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://clinicabravavita.com.br/crises-convulsivas-febris/">Crises convulsivas febris</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://clinicabravavita.com.br">Medicina Preventiva, Esportiva e Tratamentos Estéticos</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://clinicabravavita.com.br/crises-convulsivas-febris/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Alergia à proteína do leite de vaca</title>
		<link>https://clinicabravavita.com.br/alergia-proteina-leite-de-vaca/</link>
		<comments>https://clinicabravavita.com.br/alergia-proteina-leite-de-vaca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2015 19:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[alergia]]></category>
		<category><![CDATA[alergia a leite de vaca]]></category>
		<category><![CDATA[Alergia à proteína do leite de vaca]]></category>
		<category><![CDATA[clínica dermatologia]]></category>
		<category><![CDATA[clínica esportiva]]></category>
		<category><![CDATA[clínica esportiva morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[clínica geral]]></category>
		<category><![CDATA[clinica médica]]></category>
		<category><![CDATA[clínica médica morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[clínica médica no morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[clínica morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[clínica no morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[dica de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[medicina esportiva]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[médico pediatra]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição saudável]]></category>
		<category><![CDATA[nutricionista]]></category>
		<category><![CDATA[nutricionista morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[pediatria no morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://clinicabravavita.com.br/?p=1950</guid>
		<description><![CDATA[<p>A alergia alimentar é uma reação anormal do organismo a proteínas presentes nos alimentos. Os 8 principais alimentos que podem deflagrar alergia são: leite de vaca, soja, ovo, trigo, peixe, frutos do mar, amendoim e castanhas. Em crianças, a alergia à proteína do leite de vaca é a mais comum das alergias alimentares, acomete 1 [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://clinicabravavita.com.br/alergia-proteina-leite-de-vaca/">Alergia à proteína do leite de vaca</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://clinicabravavita.com.br">Medicina Preventiva, Esportiva e Tratamentos Estéticos</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A alergia alimentar é uma reação anormal do organismo a proteínas presentes nos alimentos.</p>
<p>Os 8 principais alimentos que podem deflagrar alergia são: leite de vaca, soja, ovo, trigo, peixe, frutos do mar, amendoim e castanhas.</p>
<p>Em crianças, a alergia à proteína do leite de vaca é a mais comum das alergias alimentares, acomete 1 a cada 20 bebês. É preciso estar atento à tendência genética, já que filhos de pais alérgicos têm 75% de chance de desenvolvê-la.</p>
<p>Os sintomas podem ser imediatos, com vômito, diarreia, edema, asma, rinite, urticária e, em casos mais graves, anafilaxia. Alguns sintomas podem também aparecer depois de algum tempo da ingestão, com dor abdominal, sangue nas fezes, assadura, recusa alimentar e choro excessivo. É possível que alguns bebês possam ter manifestações mistas, com sintomas imediatos e tardios.</p>
<p>O diagnóstico, feito pelo pediatra, é baseado nas manifestações clínicas. A retirada do alérgeno, seguida do teste de provocação é uma das formas mais eficazes de diagnosticar. Exames de sangue e de pele podem auxiliar no diagnostico, embora não sejam determinantes.</p>
<p>Com a confirmação do diagnóstico, exclui-se o alimento causador da alergia e cessam os sintomas. A grande maioria das crianças desenvolve tolerância ao leite até os 2 anos de idade, mas há casos mais persistentes.</p>
<p>Bebês alimentados com fórmula láctea deverão trocá-la por fórmula específica para alergia.</p>
<p>Bebês amamentados que reagem ao leite de vaca via leite materno devem seguir com o aleitamento materno, porém a mãe deve seguir a dieta isenta de leite.</p>
<p>É importante lembrar que o termo LEITE nem sempre estará presente na lista de ingredientes dos alimentos que o contenham. Deve-se checar rótulos e não consumir qualquer alimento que apresente: caseína, caseinato, lactoalbumina, lactoglobulina, lactulose, lactose, proteínas do soro, soro de leite e whey protein. Alguns flavorizantes como, sabor de manteiga, sabor caramelo, aroma de queijo, também podem esconder leite em sua composição. Na dúvida, é importante contatar o SAC.</p>
<p>E, por fim, não podemos confundir APLV com intolerância à lactose. O termo “alergia à lactose”, inclusive, é um erro. Alergia, como vimos, é uma reação do organismo à proteína, já a intolerância à lactose é uma dificuldade de digestão do açúcar do leite – a lactose.</p>
<p>Enquanto à APLV é mais comum em crianças, a intolerância à lactose é mais comum em adultos, especialmente em idosos, já que a produção da lactase – a enzima que digere a lactose – tende a diminuir com a idade. Os principais sintomas são empachamento, gases e diarreia. Sua ocorrência em crianças é rara.</p>
<p>Para maiores informações acerca desse assunto, veja o vídeo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=IkXmz3MS0f0">https://www.youtube.com/watch?v=IkXmz3MS0f0</a> e acesse o site <a href="www.alergiaaoleitedevaca.com.br">www.alergiaaoleitedevaca.com.br</a></p>
<p><strong>Matéria por Mariana Del Bosco</strong><br />
Nutricionista Formada pelo Centro Universitário São Camilo<br />
Especialista em Fisiologia do Exercício pela UNIFESP<br />
Mestre em Ciências pela disciplina de Endocrinologia da Faculdade de Medicina da USP<br />
Membro da ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade)<br />
Experiência em obesidade, nutrição infantil e nutrição durante gestação.<br />
<strong><br />
</strong><br />
Visite-nos: Rua Dep. João Sussumu Hirata, 180 – Panamby (Morumbi) – São Paulo</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://clinicabravavita.com.br/alergia-proteina-leite-de-vaca/">Alergia à proteína do leite de vaca</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://clinicabravavita.com.br">Medicina Preventiva, Esportiva e Tratamentos Estéticos</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://clinicabravavita.com.br/alergia-proteina-leite-de-vaca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Diarreia em crianças</title>
		<link>https://clinicabravavita.com.br/diarreia-em-criancas/</link>
		<comments>https://clinicabravavita.com.br/diarreia-em-criancas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 16:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[clínica dermatologia]]></category>
		<category><![CDATA[clínica esportiva]]></category>
		<category><![CDATA[clínica esportiva morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[clínica geral]]></category>
		<category><![CDATA[clinica médica]]></category>
		<category><![CDATA[clínica médica morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[clínica médica no morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[clínica morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[clínica no morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[dermatologia]]></category>
		<category><![CDATA[dermatologia morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[dermatologista morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[dica de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[medicina esportiva]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[médico pediatra]]></category>
		<category><![CDATA[pediatra]]></category>
		<category><![CDATA[pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[pediatria no morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://clinicabravavita.com.br/?p=1932</guid>
		<description><![CDATA[<p>Ao contrário do que muita gente pensa, fazer cocô mole não é sinal de diarreia. “O diagnóstico só é dado se houver um aumento no número de evacuações ao longo do dia, geralmente mais de três vezes, e se as fezes estiverem líquidas, semilíquidas ou pastosas. Além disso, o quadro pode vir acompanhado ou não [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://clinicabravavita.com.br/diarreia-em-criancas/">Diarreia em crianças</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://clinicabravavita.com.br">Medicina Preventiva, Esportiva e Tratamentos Estéticos</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que muita gente pensa, fazer cocô mole não é sinal de diarreia. “O diagnóstico só é dado se houver um aumento no número de evacuações ao longo do dia, geralmente mais de três vezes, e se as fezes estiverem líquidas, semilíquidas ou pastosas. Além disso, o quadro pode vir acompanhado ou não de vômito, febre, náusea, cólica intestinal, prostração ou perda de apetite”. Em média, a diarreia dura de três a sete dias.</p>
<p>Se esse for o caso do seu filho, fique atenta para que ele aumente a ingestão de líquido nesse período. “As evacuações constantes contribuem para a perda de peso e a desidratação, e neste período a alimentação deve ser leve, com porções pequenas e em intervalos curtos, já que nessa fase a criança não aceita comer muito. Forçar a alimentação não é recomendado, já que o pequeno pode vomitar e ficar ainda mais desidratado.</p>
<p>Os principais sinais de desidratação que os pais devem ficar atentos e comunicar o pediatra o quanto antes são: diminuição na quantidade de urina, olho fundo e sem brilho, prostração, diarreia acompanhada de sangue, perda de apetite e febre alta (maior que 38,5° C).<br />
Recomenda o Dr. Eduardo Brandina.<br />
Visite-nos: Rua Dep. João Sussumu Hirata, 180 – Panamby (Morumbi) – São Paulo</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://clinicabravavita.com.br/diarreia-em-criancas/">Diarreia em crianças</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://clinicabravavita.com.br">Medicina Preventiva, Esportiva e Tratamentos Estéticos</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://clinicabravavita.com.br/diarreia-em-criancas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
