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	<title>Medicina Preventiva, Esportiva e Tratamentos Estéticos &#187; médico pediatra</title>
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	<description>Medicina Preventiva, Esportiva e Tratamentos Estéticos</description>
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		<title>Alergia à proteína do leite de vaca</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2015 19:02:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>A alergia alimentar é uma reação anormal do organismo a proteínas presentes nos alimentos. Os 8 principais alimentos que podem deflagrar alergia são: leite de vaca, soja, ovo, trigo, peixe, frutos do mar, amendoim e castanhas. Em crianças, a alergia à proteína do leite de vaca é a mais comum das alergias alimentares, acomete 1 [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A alergia alimentar é uma reação anormal do organismo a proteínas presentes nos alimentos.</p>
<p>Os 8 principais alimentos que podem deflagrar alergia são: leite de vaca, soja, ovo, trigo, peixe, frutos do mar, amendoim e castanhas.</p>
<p>Em crianças, a alergia à proteína do leite de vaca é a mais comum das alergias alimentares, acomete 1 a cada 20 bebês. É preciso estar atento à tendência genética, já que filhos de pais alérgicos têm 75% de chance de desenvolvê-la.</p>
<p>Os sintomas podem ser imediatos, com vômito, diarreia, edema, asma, rinite, urticária e, em casos mais graves, anafilaxia. Alguns sintomas podem também aparecer depois de algum tempo da ingestão, com dor abdominal, sangue nas fezes, assadura, recusa alimentar e choro excessivo. É possível que alguns bebês possam ter manifestações mistas, com sintomas imediatos e tardios.</p>
<p>O diagnóstico, feito pelo pediatra, é baseado nas manifestações clínicas. A retirada do alérgeno, seguida do teste de provocação é uma das formas mais eficazes de diagnosticar. Exames de sangue e de pele podem auxiliar no diagnostico, embora não sejam determinantes.</p>
<p>Com a confirmação do diagnóstico, exclui-se o alimento causador da alergia e cessam os sintomas. A grande maioria das crianças desenvolve tolerância ao leite até os 2 anos de idade, mas há casos mais persistentes.</p>
<p>Bebês alimentados com fórmula láctea deverão trocá-la por fórmula específica para alergia.</p>
<p>Bebês amamentados que reagem ao leite de vaca via leite materno devem seguir com o aleitamento materno, porém a mãe deve seguir a dieta isenta de leite.</p>
<p>É importante lembrar que o termo LEITE nem sempre estará presente na lista de ingredientes dos alimentos que o contenham. Deve-se checar rótulos e não consumir qualquer alimento que apresente: caseína, caseinato, lactoalbumina, lactoglobulina, lactulose, lactose, proteínas do soro, soro de leite e whey protein. Alguns flavorizantes como, sabor de manteiga, sabor caramelo, aroma de queijo, também podem esconder leite em sua composição. Na dúvida, é importante contatar o SAC.</p>
<p>E, por fim, não podemos confundir APLV com intolerância à lactose. O termo “alergia à lactose”, inclusive, é um erro. Alergia, como vimos, é uma reação do organismo à proteína, já a intolerância à lactose é uma dificuldade de digestão do açúcar do leite – a lactose.</p>
<p>Enquanto à APLV é mais comum em crianças, a intolerância à lactose é mais comum em adultos, especialmente em idosos, já que a produção da lactase – a enzima que digere a lactose – tende a diminuir com a idade. Os principais sintomas são empachamento, gases e diarreia. Sua ocorrência em crianças é rara.</p>
<p>Para maiores informações acerca desse assunto, veja o vídeo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=IkXmz3MS0f0">https://www.youtube.com/watch?v=IkXmz3MS0f0</a> e acesse o site <a href="www.alergiaaoleitedevaca.com.br">www.alergiaaoleitedevaca.com.br</a></p>
<p><strong>Matéria por Mariana Del Bosco</strong><br />
Nutricionista Formada pelo Centro Universitário São Camilo<br />
Especialista em Fisiologia do Exercício pela UNIFESP<br />
Mestre em Ciências pela disciplina de Endocrinologia da Faculdade de Medicina da USP<br />
Membro da ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade)<br />
Experiência em obesidade, nutrição infantil e nutrição durante gestação.<br />
<strong><br />
</strong><br />
Visite-nos: Rua Dep. João Sussumu Hirata, 180 – Panamby (Morumbi) – São Paulo</p>
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		<title>Diarreia em crianças</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 16:31:55 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que muita gente pensa, fazer cocô mole não é sinal de diarreia. “O diagnóstico só é dado se houver um aumento no número de evacuações ao longo do dia, geralmente mais de três vezes, e se as fezes estiverem líquidas, semilíquidas ou pastosas. Além disso, o quadro pode vir acompanhado ou não de vômito, febre, náusea, cólica intestinal, prostração ou perda de apetite”. Em média, a diarreia dura de três a sete dias.</p>
<p>Se esse for o caso do seu filho, fique atenta para que ele aumente a ingestão de líquido nesse período. “As evacuações constantes contribuem para a perda de peso e a desidratação, e neste período a alimentação deve ser leve, com porções pequenas e em intervalos curtos, já que nessa fase a criança não aceita comer muito. Forçar a alimentação não é recomendado, já que o pequeno pode vomitar e ficar ainda mais desidratado.</p>
<p>Os principais sinais de desidratação que os pais devem ficar atentos e comunicar o pediatra o quanto antes são: diminuição na quantidade de urina, olho fundo e sem brilho, prostração, diarreia acompanhada de sangue, perda de apetite e febre alta (maior que 38,5° C).<br />
Recomenda o Dr. Eduardo Brandina.<br />
Visite-nos: Rua Dep. João Sussumu Hirata, 180 – Panamby (Morumbi) – São Paulo</p>
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