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	<title>Medicina Preventiva, Esportiva e Tratamentos Estéticos &#187; DIU</title>
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		<title>Métodos contraceptivos: qual o melhor para você?</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 09:38:27 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">Escolher o método contraceptivo ideal é uma decisão importante para a saúde e bem-estar da mulher. Existem diversas opções disponíveis, cada uma com suas vantagens, desvantagens e indicações específicas. Para ajudar na escolha, veja abaixo os principais métodos contraceptivos e como funcionam.</p>
<h2><strong>1. Métodos Hormonais</strong></h2>
<p>Os métodos hormonais impedem a ovulação e/ou alteram o muco cervical, dificultando a chegada dos espermatozoides ao óvulo.</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>Pílula Anticoncepcional</strong>: Tomada diariamente, regula o ciclo menstrual e pode melhorar sintomas como cólicas e acne. No entanto, requer disciplina e pode ter efeitos colaterais.</li>
<li><strong>Adesivo Transdérmico</strong>: Libera hormônios através da pele e precisa ser trocado semanalmente.</li>
<li><strong>Injeção Contraceptiva</strong>: Aplicada mensal ou trimestralmente, é uma opção para quem deseja praticidade.</li>
<li><strong>Implante Subdérmico</strong>: Pequena haste colocada sob a pele do braço, com duração de até 3 anos.</li>
<li><strong>Anel Vaginal</strong>: Dispositivo flexível inserido na vagina e trocado mensalmente.</li>
</ul>
<h2><strong>2. Dispositivos Intrauterinos (DIU)</strong></h2>
<p>Os DIUs são dispositivos colocados dentro do útero por um profissional de saúde.</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>DIU de Cobre</strong>: Não possui hormônios e pode durar de 5 a 10 anos. Pode causar aumento do fluxo menstrual.</li>
<li><strong>DIU Hormonal</strong>: Libera pequenas quantidades de hormônio, reduzindo o fluxo menstrual e a cólica. Tem duração de 3 a 5 anos.</li>
</ul>
<h2><strong>3. Métodos de Barreira</strong></h2>
<p>Esses métodos impedem a entrada dos espermatozoides no útero.</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>Preservativo Masculino e Feminino</strong>: Únicos métodos que também protegem contra ISTs. Devem ser usados corretamente a cada relação.</li>
<li><strong>Diafragma</strong>: Cápsula de silicone inserida na vagina antes da relação sexual. Pode ser reutilizado, mas exige prescrição médica.</li>
</ul>
<h2><strong>4. Métodos Naturais</strong></h2>
<p>Esses métodos exigem monitoramento do ciclo menstrual e muita disciplina.</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>Tabelinha</strong>: Baseia-se no cálculo dos dias férteis, mas pode ser ineficaz devido às variações do ciclo.</li>
<li><strong>Temperatura Basal</strong>: Exige medição diária da temperatura corporal para identificar a ovulação.</li>
<li><strong>Muco Cervical</strong>: Observação das alterações no muco vaginal ao longo do ciclo.</li>
</ul>
<h2><strong>5. Métodos Definitivos</strong></h2>
<p>Indicados para quem tem certeza de que não deseja mais filhos.</p>
<ul data-spread="false">
<li><strong>Laqueadura Tubária</strong>: Cirurgia que bloqueia as trompas, impedindo a fecundação.</li>
<li><strong>Vasectomia</strong>: Procedimento realizado no homem para interromper a passagem dos espermatozoides.</li>
</ul>
<h2><strong>Qual o Melhor para Você?</strong></h2>
<p>A escolha do método contraceptivo deve levar em consideração fatores como saúde, estilo de vida e planos futuros. O ideal é conversar com um(a) ginecologista para avaliar a opção mais adequada ao seu caso.</p>
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		<title>Pré-eclâmpsia</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2022 17:31:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A pré-eclâmpsia é uma complicação grave da gravidez que parece ocorrer devido a problemas no desenvolvimento e fixação dos vasos sanguíneos da placenta, levando a espasmos desses vasos, alterações na capacidade de coagulação do sangue e diminuição da circulação sanguínea. Os seus sintomas podem manifestar-se durante a gravidez, principalmente após a 20ª semana de gestação, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A pré-eclâmpsia é uma complicação grave da gravidez que parece ocorrer devido a problemas no desenvolvimento e fixação dos vasos sanguíneos da placenta, levando a espasmos desses vasos, alterações na capacidade de coagulação do sangue e diminuição da circulação sanguínea.</p>
<p>Os seus sintomas podem manifestar-se durante a gravidez, principalmente após a 20ª semana de gestação, no parto ou após o parto e incluem pressão alta, superior a 140 x 90 mmHg, presença de proteínas na urina e inchaço do corpo devido à retenção de líquidos.</p>
<p>Algumas das condições que aumentam o risco de desenvolver pré-eclâmpsia incluem quando a mulher engravida pela primeira vez, tem mais de 35 anos ou menos de 17 anos, é diabética, obesa, está grávida de gêmeos ou tem histórico de doença renal, hipertensão ou pré-eclâmpsia anterior.</p>
<p><strong>Principais sintomas</strong><br />
Os sintomas que da pré-eclâmpsia podem variar de acordo com o tipo:</p>
<p><strong>1. Pré-eclâmpsia leve</strong></p>
<p>Na pré-eclâmpsia leve os sinais e sintomas geralmente incluem:<br />
• Pressão arterial igual a 140 x 90 mmHg;<br />
• Presença de proteínas na urina;<br />
• Inchaço e ganho repentino de peso, como 2 a 3 kg em 1 ou 2 dias.</p>
<p>Na presença de pelo menos um dos sintomas, a grávida deve ir ao pronto-socorro ou hospital para medir a pressão arterial e fazer exames de sangue e de urina, para ver se tem ou não pré-eclâmpsia.</p>
<p><strong>2. Pré-eclâmpsia grave</strong></p>
<p>Já na pré-eclâmpsia grave, além do inchaço e do ganho de peso podem aparecer outros sinais como:<br />
• Pressão arterial superior a 160 x 110 mmHg;<br />
• Dor de cabeça bilateral ou frontal forte e constante;<br />
• Dor no lado direito do abdômen;<br />
• Diminuição da quantidade de urina e da vontade de urinar;<br />
• Alterações na visão, como vista embaçada, escurecida ou sensação de ver estrelas;<br />
• Sensação de ardência no estômago.</p>
<p>Se a gestante apresentar estes sintomas, deverá ir imediatamente para o hospital.</p>
<p><strong>Possíveis causas</strong><br />
A pré-eclâmpsia é causada por um problema no desenvolvimento dos vasos sanguíneos da placenta, que ficam mais estreitos, diminuindo a capacidade do sangue fluir adequadamente e levando a alterações na coagulação do sangue.</p>
<p><strong>Alguns fatores podem aumentar o risco de desenvolvimento da pré-eclâmpsia como:</strong><br />
• Histórico familiar de pré-eclâmpsia;<br />
• Pré-eclâmpsia em uma gravidez anterior;<br />
• Restrição de crescimento fetal;<br />
• Primeira gravidez;<br />
• Gravidez múltipla;<br />
• Gravidez após os 35 anos;<br />
• Fertilização in vitro ou outro tipo de reprodução assistida;<br />
• Histórico de descolamento prematuro da placenta;<br />
• Diabetes mellitus;<br />
• Doenças nos rins;<br />
Pressão alta crônica;<br />
• Obesidade;<br />
• Lúpus eritematoso;<br />
• Tendência ao surgimento de trombose.<br />
Além disso, o tempo entre as gestações, sendo que 10 anos ou mais entre uma gravidez e outra, pode aumentar o risco de desenvolvimento da pré-eclâmpsia.</p>
<p><strong>Como é feito o tratamento</strong><br />
O tratamento da pré-eclâmpsia busca garantir a segurança da mãe e do bebê, e tende a variar de acordo com a gravidade da doença e o tempo de gestação. No caso da pré-eclâmpsia leve, o obstetra geralmente recomenda que a mulher fique em casa e siga uma dieta pobre em sal e com aumento da ingestão de água para cerca de 2 a 3 litros por dia. Além disso, o repouso deve ser seguido à risca e de preferência para o lado esquerdo, de forma a aumentar a circulação sanguínea para os rins e o útero.</p>
<p>Durante o tratamento, é importante a grávida controlar a pressão arterial e fazer exames de urina rotineiros, para evitar que a pré-eclâmpsia piore. Em alguns casos, o obstetra pode solicitar que a gestante faça um diário com três medições de pressão ao dia, e que leve esse histórico em toda consulta pré-natal.</p>
<p>Já no caso da pré-eclâmpsia grave, o tratamento geralmente é feito com internamento no hospital. A grávida precisa ficar internada para receber medicamentos que irão auxiliar na prevenção da eclâmpsia e manutenção da pressão, como o sulfato de magnésio. Caso ocorra um pico hipertensivo, podem ainda ser usados anti-hipertensivos diretamente veia, além de vigilância apertada da pressão arterial, funcionamento renal e bem estar neurológico e fetal.</p>
<p>O único tratamento definitivo da pré-eclâmpsia é a indução do parto, uma técnica que geralmente é utilizada nos casos mais graves e quando o bebê já tem chances de sobreviver sozinho ou na UTI neonatal.</p>
<p><strong>Possíveis complicações da pré-eclâmpsia</strong></p>
<p>Algumas das complicações que a pré-eclâmpsia pode causar são:<br />
• Eclâmpsia: é um quadro mais grave que a pré-eclâmpsia, em que há episódios repetidos de convulsões, seguidos de coma, o que pode ser fatal se não for tratada imediatamente.<br />
• Síndrome HELLP: outra complicação caracterizada por, além dos sintomas de eclâmpsia, a presença de destruição das células sanguíneas, com anemia, hemoglobinas abaixo de 10,5% e queda das plaquetas abaixo de 100.000/mm3, além da elevação das enzimas hepáticas, com TGO acima de 70U/L. Saiba mais detalhes sobre esta síndrome;<br />
• Descolamento prematuro da placenta: acontece quando a placenta se solta da parede do útero, antes do nascimento do bebê, causando sangramento. Esta é uma emergência obstétrica, na qual o bebê deve nascer o mais rápido possível, por cesárea;<br />
• Sangramentos: acontecem devido à destruição e diminuição do número de plaquetas, e comprometimento da capacidade de coagulação;<br />
• Edema agudo de pulmão: situação em que há coleção de líquido nos pulmões;<br />
• Insuficiência do fígado e rins: que podem, até, se tornar irreversíveis;<br />
• Prematuridade do bebê: situação que, se for grave e sem o adequado desenvolvimento dos seus órgãos, pode deixar sequelas e comprometer as suas funções.</p>
<p>Estas complicações podem ser evitadas, caso a gestante faça um acompanhamento pré-natal durante a gravidez, já que a doença pode ser identificada no começo e o tratamento pode ser feito o mais rápido possível.</p>
<p>A mulher que teve pré-eclâmpsia pode engravidar novamente, sendo importante que o pré-natal seja feito rigorosamente, conforme as orientações do obstetra.</p>
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		<title>Enjoo na gravidez</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 14:14:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Os enjoos no início da gravidez são sintomas clássicos da gestação e que podem vir acompanhados de vômitos ou cansaço. Toda vez que uma mulher em idade fértil tem náusea ou enjoo sem causa aparente, é comum que as pessoas associem o sintoma à gravidez. Isso porque os enjoos são usuais, pelo menos nos primeiros [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os enjoos no início da gravidez são sintomas clássicos da gestação e que podem vir acompanhados de vômitos ou cansaço. Toda vez que uma mulher em idade fértil tem náusea ou enjoo sem causa aparente, é comum que as pessoas associem o sintoma à gravidez. Isso porque os enjoos são usuais, pelo menos nos primeiros três meses de gestação.  </p>
<p>As náuseas podem acometer de 70% a 80% das gestantes no primeiro trimestre. Apesar disso, é complexo definir quando realmente os enjoos começam, pois essa é uma condição que varia de mulher para mulher. Além disso, a causa exata que leva mulheres grávidas a sentir enjoos durante o início da gestação ainda é desconhecida, mas existem alguns trabalhos que mostram que quanto mais alto os níveis do hormônio HCG, maior a incidência de náuseas durante a gravidez. </p>
<p>É comum, diante desses sintomas diversos, a gestante ter dúvidas do porquê dos enjoos e buscar formas de aliviá-los. Mas não se preocupe, os enjoos não prejudicam a saúde do bebê, pelo contrário. Neste post, vamos esclarecer todas as suas dúvidas, que é mamãe de primeira viagem, ou se está planejando engravidar em breve. </p>
<p><strong>Por que surgem enjoos na gravidez? </strong><br />
Não existe um consenso científico que explique os enjoos no início da gravidez. No entanto, a principal causa pode estar relacionada às alterações hormonais ocorridas após a fecundação do óvulo. E, como vimos, os enjoos podem estar atrelados, principalmente, ao aumento nos índices do HCG (Hormônio Gonadotrofina Coriônica Humana ou hormônio da gravidez) e progesterona. </p>
<p><strong>Quando começam os enjoos? </strong><br />
Normalmente, os enjoos podem começar em torno da 5ª ou 6ª semana de gestação, mas nada impede que eles ocorram antes ou depois desse período. Há ainda aquelas mulheres que não apresentarão nenhum desses sintomas, como náuseas ou tonturas. </p>
<p>Estudos indicam que quanto mais alto o HCG, maior a possibilidade de náuseas e vômitos. Isso explicaria porque mulheres grávidas de gêmeos costumam ter mais enjoos, pois apresentam índices maiores do hormônio.  </p>
<p>A progesterona também atua na motilidade do trato gastrointestinal. Por isso, mulheres grávidas sentem o “estômago preguiçoso”, o processo digestivo tende a ficar mais lento, o que pode ocasionar os enjoos. Além do estômago demorar a esvaziar, algumas mulheres podem sentir a sensação de saciedade precoce, impedindo a ingestão de uma maior quantidade de alimentos. </p>
<p>Uma outra razão que explicaria as náuseas é que durante a gravidez o olfato e o paladar ficam mais apurados. Há uma intensificação dos aromas, sabores dos alimentos, cheiro dos perfumes, entre outros, o que causaria as náuseas também. </p>
<p><strong>Enjoos no início da gravidez: é normal? </strong><br />
Os enjoos no início da gravidez são, sim, sintomas comuns e normais. Muitas vezes o problema é chamado de “enjoo matinal”, porque é comumente o horário em que os sintomas estão piores. Porém, você pode se sentir enjoada e vomitar a qualquer momento do dia quando estiver grávida. </p>
<p>Cientistas americanos publicaram na revista científica Reproductive Toxicology um estudo que comprova que grávidas que enjoam estão menos propensas a sofrer aborto ou parto prematuro. Ou seja, sentir enjoos é um bom sinal de que a gravidez vai bem. No entanto, segundo os especialistas, isso não significa que as mulheres que escapam do sintoma devam se preocupar. </p>
<p>Os enjoos só não são normais quando ocorrem com uma frequência exagerada, o que pode se caracterizar como caso de hiperêmese gravídica, quadro de náusea muito intenso e que atinge cerca de 5% das mulheres grávidas. Em alguns casos, requer internação para que a gestante receba medicamentos e alimentos via intravenosa, tendo em vista que nada ingerido por via oral é aproveitado. Apenas o médico é capaz de diferenciar um simples enjoo dessa doença e indicar o tratamento mais indicado. </p>
<p><strong>E não ter enjoos? É algo anormal? </strong><br />
A ausência dos enjoos também é normal durante a gravidez, embora os enjoos sejam um sinal de que a gravidez está indo bem, pois o sintoma pode estar relacionado ao aumento do hormônico HCG e progesterona. Mas ausência de náuseas não é um problema. </p>
<p>Os enjoos acontecem de maneiras muito particulares em cada mulher ou gestação. Por exemplo, uma grávida que teve muitos enjoos na primeira gestação pode não apresentar nenhum desses sintomas na segunda. </p>
<p><strong>Quando os enjoos da gravidez terminam? </strong><br />
Muitas grávidas relatam enjoos e náuseas durante todo o primeiro trimestre da gravidez, sendo assim, até a 12ª semana. Esses sintomas podem ser mais intensos no segundo e terceiro mês e ficam mais leves a partir do quarto e quinto mês. </p>
<p>Com o passar das semanas, essas náuseas tendem a diminuir e ficar mais espaçadas, e aí desaparecem por completo. Existem relatos de mulheres que podem sentir desconfortos até a 20ª semana da gestação ou ter o sintoma durante toda a gestação, mas são casos muito raros entre os médicos.<br />
<strong><br />
Como aliviar os enjoos no início da gravidez? </strong><br />
Existem várias formas de aliviar os sintomas dos enjoos matinais. Por exemplo: </p>
<p>Evite perfumes e produtos de limpeza com cheiros muito fortes.<br />
Continue sua ingestão de líquidos, mesmo se não quiser comer sólidos. É muito importante manter-se hidratada.<br />
Não fique muito tempo sem comer. Fracionar as refeições é importante para o estômago não ficar vazio e aumentar o mal-estar;<br />
Fique relaxada e respire lentamente.<br />
Aliviando os sintomas + alimentação<br />
Enquanto os enjoos persistirem no início da gravidez, não se preocupe muito em seguir uma dieta rígida quando houver desconforto. Mas é sempre válido priorizar alimentos mais saudáveis, como frutas e verduras, pois causam menos enjoos. </p>
<p>Normalmente, os enjoos ocorrem quando a grávida acorda. Por isso, dê prioridade, na primeira refeição do dia, a alimentos mais “secos”, como maçã ou torradas feitas com pão integral com um fio de azeite. Há ainda aquelas gestantes que deixam bolachas salgadas à mão e comem antes de se levantar da cama, relatando alívio aos sintomas da náusea.  </p>
<p>É válido observar se o mal-estar é pela falta de vitamita B6, por isso invista em alimentos que possam suprir essa deficiência como: farelo e gérmen de trigo e carnes. Alimentos gelados também podem ser aliados contra o enjoo, como picolé de frutas, que pode ajudar a gestante que está fora de casa, por exemplo, e sofrendo com o com mal-estar. </p>
<p>Lembre-se que o excesso de líquidos atrapalha a digestão e pode aumentar os enjoos no início da gravidez. Para se manter hidratada opte por água, água de coco e sucos naturais, sempre aos poucos. </p>
<p><strong>O que não deve ser feito e o que pode piorar os sintomas? </strong><br />
Sim, há aqueles alimentos que pioram os sintomas! Evite frituras, doces, alimentos com temperos e odores muito fortes, pois eles agravam o enjoo. </p>
<p>O estresse, a ansiedade e a insegurança também influenciam no bem-estar da mulher e no funcionamento harmonioso do organismo. Sendo assim, com o metabolismo desequilibrado, a incidência dos enjoos é ainda maior. Por isso, manter o equilíbrio emocional e controlar a alimentação são maneiras acessíveis de sanar o problema.<br />
<strong><br />
Nunca se automedique!</strong><br />
E outro ponto muito importante é: a gestante não deve se automedicar, em nenhuma hipótese. É fundamental destacar que os medicamentos, mesmo os seguros para o feto, só podem ser prescritos por um médico.   </p>
<p>Por isso, uma alternativa para aliviar enjoo na gravidez é recorrer a métodos naturais, pois são mais seguros para a saúde do bebê. E se os sintomas persistirem em excesso, procure seu médico. </p>
<p>Durante a gestação, os cuidados com sua saúde dobram. Afinal, a cada dia cresce junto de você o seu bebê, e você é toda a fonte de nutrição e de muito amor. Lembre-se que com tantas transformações, o seu organismo precisa manter-se ainda mais saudável. </p>
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		<title>DIU hormonal ou DIU não hormonal, eis a questão!</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 14:14:47 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Toda escolha desperta dúvidas e na hora de escolher qual DIU usar não poderia ser diferente. Quem também faz parte desse time?<br />
Hoje vamos entender juntas qual é a diferença entre eles, mas antes de tudo, você já sabe o que é um DIU?</p>
<p>Existem dois tipos de dispositivos, o hormonal e o não hormonal. Os dois impedem a penetração e a passagem dos espermatozoides no óvulo. Mas vamos entender as diferenças entre eles?</p>
<p>O <strong>DIU de cobre+prata</strong> é um dispositivo que não possui nenhum tipo de hormônio.<br />
<strong>Prós:</strong> Sua duração é de 3 a 10 anos (dependendo do modelo) e não envolve o uso de hormônios.<br />
<strong>Contras:</strong> por não conter hormônio, pode causar um fluxo menstrual mais intenso e pode aumentar as cólicas menstruais.</p>
<p>Já o <strong>DIU hormonal</strong> libera um hormônio dentro do útero que atua com o efeito contraceptivo e auxilia na redução do fluxo menstrual.<br />
<strong>Prós:</strong> Sua duração é de até 5 anos. Devido à liberação local do hormônio, costuma diminuir a intensidade do fluxo menstrual e, após 6 meses de uso, algumas usuárias param de menstruar, (cerca de 44%), além de melhorar as cólicas. Fonte: Bayer<br />
<strong>Contras:</strong> apesar da baixa absorção da progesterona, o uso do DIU hormonal pode agravar casos de acne e oleosidade da pele.</p>
<p><strong>Ficou com mais alguma dúvida sobre DIU? Agora que você já sabe a diferença entre eles, agende uma consulta com uma ginecologista de confiança!</p>
<p>Rua Deputado João Sussumu Hirata, 180<br />
Panamby, Morumbi, São Paulo-SP<br />
Telefone: (11) 3502.6200</strong></p>
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