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	<title>Medicina Preventiva, Esportiva e Tratamentos Estéticos &#187; Angiologia</title>
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		<title>Sintomas de trombose venosa profunda</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2021 16:37:00 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>​A trombose venosa profunda acontece quando um coágulo entope uma veia da perna, impedindo que o sangue volte adequadamente ao coração e provocando sintomas como inchaço da perna e dor intensa na região afetada.</p>
<p>Existem ainda casos, em que o coágulo é muito pequeno e não causa qualquer tipo de sintoma, desaparecendo sozinho com o tempo e sem precisar de tratamento.</p>
<p>No entanto, sempre que existe suspeita de trombose venosa deve-se consultar um médico/cirurgião vascular para identificar o problema e iniciar o tratamento adequado, já que alguns coágulos também podem se mover e afetar órgãos importantes, como o pulmão ou o cérebro, por exemplo.</p>
<p>O diagnóstico de trombose deve ser feito o quanto antes, por isso, é aconselhado consultar um médico/cirurgião vascular sempre que surge suspeita de um coágulo na perna.</p>
<p>Geralmente, o diagnóstico é feito a partir da avaliação dos sintomas e alguns exames de diagnóstico como ultrassom, angiografia ou tomografia computadorizada, que ajudam a localizar onde o coágulo se encontra. Além disso, o médico também costuma pedir um exame de sangue, conhecido como D-dímero, que é utilizado para confirmar ou excluir a suspeita de trombose.</p>
<p>Normalmente as chances de trombose são maiores em pacientes com histórico de trombose anterior; idade igual ou superior a 65 anos; câncer; doenças que tornam o sangue mais viscoso, como macroglobulinemia de Waldenstrom ou mieloma múltiplo; doença de Behçet; histórico de infarto; AVC; insuficiência cardíaca congestiva ou doença pulmonar; diabetes; pacientes que tiveram acidente grave com grandes ferimentos musculares e fratura de ossos; que fizeram uma cirurgia longa &#8211; especialmente cirurgia de artroplastia do joelho ou quadril; mulheres que fazem reposição hormonal com estrogênio.</p>
<p>Além disso, pessoas que precisam ficar imobilizadas na cama por mais de 3 meses também apresentam um risco aumentado de desenvolver um coágulo e apresentar trombose venosa profunda.</p>
<p>Portanto, fique atento ao histórico e se você sofre com algum tipo de inchaço na perna e dor intensa na região, converse com seu médico.</p>
<p>Entre em contato conosco e agende uma consulta com nosso vascular.</p>
<p>Rua Deputado João Sussumu Hirata, 180 – Panamby, São Paulo-SP<br />
Telefone: (11) 3502.6200</p>
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		<title>Um quarto dos brasileiros sofre de pressão alta</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2014 14:03:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Silenciosa, a pressão alta é uma doença perigosa e que vem crescendo entre os brasileiros. De acordo com a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizada pelo Ministério da Saúde em 2012, 24,3% da população têm hipertensão arterial, contra 22,5% em 2006, ano em que foi realizado o primeiro estudo. Foram entrevistadas 45.448 pessoas em todas as capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. Como é um problema de saúde grave, mas ao mesmo tempo muito comum, foi criada uma data para lembrá-lo: 26 de abril é o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial.</p>
<p>É importante frisar que um dos principais fatores de risco para a hipertensão é a hereditariedade. Quem tem pai ou mãe com a doença, tem 30% mais chances de vir a ter pressão alta. Se os dois genitores têm o mal, esse percentual bate na casa dos 50%. &#8220;E mesmo quando um avô ou tio possui a doença, existe o risco maior de desenvolvê-la&#8221;, fala o cardiologista Nabil Ghorayeb, chefe da seção médica de Cardiologia do Exercício e do Esporte do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo, e membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).</p>
<p>Apesar do forte componente genético, há muitas outras causas que podem colaborar para o desenvolvimento da doença, como os maus hábitos de vida. Fumar, beber, não praticar atividades físicas, estar acima do peso, se alimentar mal e viver estressado – equação comum no cotidiano de muitas pessoas atualmente &#8211; colaboram para que o mal atinja cada vez mais pessoas no Brasil e no mundo, com ou sem histórico familiar da doença.</p>
<p>O risco de pressão alta também aumenta com a idade. Segundo a pesquisa Vigitel 2012, 3,8% dos entrevistados entre 18 e 24 anos disseram possuir a doença, enquanto esse percentual sobe para 59,2% entre os com mais de 65 anos. Ela também aparece com mais frequência entre os portadores de diabetes e em quem possui fatores de risco para as doenças cardiovasculares, como colesterol elevado.</p>
<p>Quem tem um ou mais desses fatores de risco deve medir sua pressão pelo uma vez ao ano. Já se a pessoa que tem histórico familiar da doença, recomenda-se medir ao menos duas vezes por ano.</p>
<p><strong>Sal em excesso</strong></p>
<p>Outro grande vilão, bastante presente no prato do brasileiro, é o sal. Isso porque, por um processo chamado osmose, ele aumenta a retenção de água pelo organismo, o que pode elevar a pressão nas paredes das artérias. Além disso, o sódio contido no sal pode causar o estreitamento dos vasos sanguíneos ao inibir a ação do óxido nítrico, que é uma substância dilatadora.</p>
<p>Como a pressão arterial nada mais é a que pressão exercida pelo sangue na parede das artérias, o calibre e a flexibilidade dos vasos sanguíneos estão diretamente ligados à hipertensão.</p>
<p>&#8220;O consumo excessivo de sal é um dos grandes vilões. Uma alimentação rica em sódio (sal) aumenta a chance de uma pessoa se tornar hipertensa, assim como dificulta o tratamento das pessoas previamente hipertensas&#8221;, explica o cardiologista Antonio Carlos Bacelar Nunes Filho, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. &#8220;Por isso, é recomendado aos que possuem a doença reduzir o consumo para, no máximo, 5 gramas por dia (equivalentes a 2 gramas de sódio)&#8221;, continua o médico.</p>
<p>Para entender melhor o mecanismo, é preciso entender o funcionamento do coração. O órgão trabalha em dois tempos: se contrai e adota força máxima para expulsar o sangue (processo chamado de sístole) e, logo em seguida, relaxa e adota força mínima (processo chamado de diástole). A pressão sobe quando há um descompasso entre esses dois processos, causado pela maior resistência oferecida pelas artérias para a passagem do sangue. &#8220;É como se você diminuísse o bico de uma mangueira: a água – no caso, o sangue &#8211; acaba saindo com mais pressão&#8221;, exemplifica Ghorayeb.</p>
<p>Apesar de todo o potencial negativo do sal para a pressão, Ghorayeb destaca que ele é importante para o funcionamento do corpo e não deve ser totalmente eliminado da alimentação. &#8220;Ele é necessário para a vida. Se uma pessoa tiver pouco sal no sangue, pode ter hiponatremia, transtorno gravíssimo que provoca confusão mental e até derrame. Por isso que os atletas tomam isotônicos, para repor o sódio do organismo perdido pelo suor&#8221;, explica o cardiologista.</p>
<p>Ele conta ainda que a digestão do sal começa já na língua, nas papilas gustativas. &#8220;Elas se fecham como se fossem vasos para não entrar tanto sal no organismo. Por isso, quando a pessoa tenta diminuir o consumo, ela sente como se a comida não tivesse gosto e volta a colocar sal no prato. É preciso aguardar um mês para que as papilas voltem ao estado normal e o indivíduo sinta novamente o sabor dos alimentos&#8221;, conta.</p>
<p>Outro erro grave, segundo Ghorayeb, é comer sal para aumentar a pressão, que tende a cair nos dias mais quentes. &#8220;No verão, a pessoa que toma remédio para baixar a pressão pode ter uma queda da mesma, pois o calor extremo provoca a dilatação dos vasos sanguíneos. Comer sal pode gerar um pico de alta de pressão&#8221;, diz. A dica, aqui, é se alimentar normalmente, tomar líquidos e permanecer em local fresco até se sentir melhor.</p>
<p>Hipertensos ou não, é importante também evitar choques térmicos, como fazer sauna e tomar uma ducha gelada, ou mesmo sair do sol escaldante e entrar em uma piscina ou mar de águas frias. &#8220;Isso pode gerar uma crise de pressão alta em qualquer pessoa, mas em especial em que já é hipertenso, pois há uma contração dos vasos pela mudança brusca de temperatura&#8221;, aponta.</p>
<p><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p>A única maneira de detectar a doença é medindo a pressão do paciente, por meio de aparelhos que detectam a pressão naquele momento exato (seja em casa ou no consultório médico) ou por equipamentos automáticos que o paciente carrega consigo e que farão a detecção dos valores ao longo das 24 horas seguintes.</p>
<p>Na maioria dos casos a pressão alta é assintomática. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, sintomas como dor de cabeça, tonturas, edema das pernas, palpitações e sangramentos nasais podem ser sugestivos de hipertensão, mas não são específicos da doença. &#8220;Muitas vezes esses sintomas, na verdade, não são da hipertensão em si, mas do que chamamos de lesões dos órgãos-alvo, ou seja, de complicações em órgãos como coração, rins e cérebro decorrentes da pressão alta&#8221;, explica o médico do Instituto Dante Pazzanese.</p>
<p>Considera-se uma pressão ideal aquela com valores 120/80 mmHg (lê-se 120 por 80 milímetros de mercúrio) ou, como se fala comumente, 12 por 8. Esses números representam os valores máximos da pressão sistólica (120) e mínimos da diastólica (80) e são medidos em milímetros de mercúrio.</p>
<p>Valores acima de 12 por 8 e inferiores a 14 por 9 são considerados limítrofes e devem ser avaliados caso a caso por um médico. A hipertensão arterial acontece quando a pressão de uma pessoa é superior a 14 por 9. Nestes casos, a ida ao médico é essencial e urgente.</p>
<p>A pressão, quando não controlada, pode prejudicar o funcionamento de diversos órgãos. &#8220;A hipertensão pode gerar lesões devido aos problemas na circulação que causa. No cérebro, há risco de aneurismas e de AVC (acidente vascular cerebral). No coração pode dar um enfarte do miocárdio. E nos rins pode levar à insuficiência renal, condenando a pessoa à hemodiálise&#8221;, fala Ghorayeb.</p>
<p>A hipertensão arterial é o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares. Ela é responsável por 45% dos ataques cardíacos e 51% dos acidentes vasculares cerebrais no mundo, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). &#8220;A mortalidade por doenças cardíacas aumenta progressivamente com a elevação da pressão arterial&#8221;, fala Nunes Filho.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>Na maioria dos casos, a doença deve ser tratada com o uso contínuo de medicação. &#8220;O medicamento, quando necessário, geralmente é para toda a vida&#8221;, destaca o cardiologista Rui Póvoa, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).</p>
<p>Medo de muitos homens, a disfunção erétil causada pelos remédios para pressão é coisa do passado, segundo os médicos. &#8220;Hoje, somente alguns tipos de remédio anti-hipertensivos podem causar disfunção sexual, e em um percentual pequeno de pacientes&#8221;, fala o cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein.</p>
<p>O medicamento é um adjuvante no tratamento, por isso o doente deve manter um estilo de vida saudável, com alimentação rica em frutas, verduras e legumes, e pouco sal, evitando alimentos industrializados. Além disso, deve evitar ficar acima do peso, fumar e beber, e precisa praticar atividades físicas com regularidade (30 minutos, pelo menos cinco vezes por semana).</p>
<p>&#8220;É possível controlar a pressão, nos estágios mais leves, somente com essas mudanças de estilo de vida&#8221;, fala Póvoa. &#8220;Algumas pessoas, após emagrecerem, conseguem bons resultados no controle da pressão. Com bons hábitos de vida é possível um tratamento sem remédios&#8221;, frisa, ainda, Ghorayeb.</p>
<p>O estresse também deve ser combatido com sono adequado, relaxamento e controle da ansiedade e depressão. Manter contato com amigos, reservar um tempo só para a família e o lazer também são importantes para a manutenção dos níveis de estresse e, consequentemente, dos da pressão. &#8220;Meditação, musicoterapia, ioga, entre outras técnicas de controle do estresse, demonstraram ser capazes de reduzir a pressão arterial de hipertensos&#8221;, aponta Nunes Filho.</p>
<p>A escolha do medicamento nem sempre é simples e muitas vezes demanda duas ou até três tentativas até que o doente se adapte. &#8220;Cada caso é individual e demanda uma estratégia de tratamento&#8221;, aponta Ghorayeb. O importante, nestes casos, é não desistir do tratamento.</p>
<p>Existem, ainda, doentes que não conseguem controlar a pressão mesmo com mudanças de hábitos e com medicação contínua. Chamados de resistentes, eles correspondem a 10% do total, de acordo com o cardiologista do Instituto Dante Pazzanese.</p>
<p>Para eles, existem as cirurgias que fazem alterações no sistema nervoso. &#8220;Elas bloqueiam os nervos que controlam a dilatação dos vasos sanguíneos. Com isso, eles se abrem e a pressão pode baixar&#8221;, relata. No entanto, a novidade é ainda pouco comum e está em fase de estudos.</p>
<p>Matéria do Portal UOL Saúde: <a href="http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2014/04/25/um-quarto-dos-brasileiros-sofre-de-pressao-alta-saiba-mais-sobre-a-doenca.htm">www.noticias.uol.com.br/saude</a></p>
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